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Jorge A. Figueiredo

Ainda criança, o paulistano Jorge, nascido em 1923, deixou São Paulo para estudar no Rio de Janeiro. Concluiu o primário no colégio Nazareth e os cursos ginasial e pré-médico no colégio Santo Inácio, ambos no Rio. Fico na cidade maravilhosa até 1943. Em 1944, prestou vestibular para a Escola Paulista de Medicina e foi aprovado. Recebeu o diploma de médico em dezembro de 1949.

Enquanto cursava a faculdade, interessou-se pela atividade clínica. No 4o. ano de curso de Medicina, trabalhou como monitor da cadeira técnica cirúrgica e foi indicado para o cargo de acadêmico interno de clínica neurológica.

Depois de formado, o neurologista recebeu uma indicação para trabalhar no departamento de Neurologia do Institituo Paulista. No ano seguinte, ganhou uma bolsa de estudos para fazer residência na George Washington University. O médico ficou nos EUA durante 3 anos e teve a oportunidade de visitar e estagiar em vários serviços e locais que são referência em neurologia, como o John Hopkins Hospital e Howard University School of Medicine, entre outros. Em seguida, voltou para São Paulo e continuou a atuar na área de neurologia.

Em 1958, após submeter-se ao concurso de livre docente, a convite do professor Zeferino Vaz, veio lecionar na Faculdade de Medicina de Ribeirão. Em 1963, prestou concursopara o cargo de professor catedrático no setor de neurologia. De 1954 a 1988, chefiou o departamento. Em 1970, foi aprovado no primeiro curso de pós-graduação em neurologia instalado no país.

É integrante de 19 associações médicas, no EUA, Espanha, México, Porto Rico e outros países. Entre os títulos como professor universitário, foi vice-diretor da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, de 1967 a 1971 e diretor de 1971 a 1974. Também assumiu a superintendência do Hospital das Clínicas, de 1969 a 1970 e é o membro mais antigo do Conselho Deliberativo do HC.

O neurologista conheceu a estudante americana Gladys, nos EUA, no período de residência médica. Casaram-se no Brasil em 1953 e tiveram 3 filhos. Um deles é engenheiro em Ribeirão Preto. Uma é bancária em Uberaba, Minas Gerais e o outro trabalha com jet sky. Ambrust tem 3 netos e os vê a cada 15 dias, quando vai a rifaina, a 170 km de Ribeirão Preto.

O neurologista passa a maior parte do tempo em casa. Gosta de ouvir discos de orquestras, além de carpintaria e artes plásticas.