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Domingos Lomônaco

Nasceu em São Gonçalo de Sapucaí em 1916 e tornou-se o primeiro médico da família. Ingressou na Faculdade de Medicina da USP em 1938, concluindo o curso em 1943, indo para a capital paulista, onde trabalhou por quase 10 anos no Hospital das Clínicas e em consultório particular.

Mudou-se para Ribeirão Preto em 1953, quando iniciou sua carreira universitária, dando aulas práticas de clínica médica para a turma de terceiro ano. Sua relação com a área da saúde começou bem cedo, quando ainda jovem já se sentia atraído pela biologia.

Dez anos após sua formatura, o médico já se tornava um dos mestres mais conceituados do interior paulista. O convite para ser assistente de ensino, da primeira turma de futuros médicos, na USP de Ribeirão Preto, partiu do professor Hélio Lourenço de Oliveira. Lomônaco rapidamente ganhou espaço na universidade. Passou a professor titular e mais tarde assumiu a chefia do laboratório de Endocrinologia do Hospital das Clínicas. O médico também deu aulas no curso de Enfermagem.

Lomônaco recebeu o troféu em homenagem aos Grandes Mestres das mãos do então prefeito Luiz Roberto Jábali, do qual foi amigo particular. O ex-prefeito Antonio Palocci e o “doutor” Sócrates, ex-craque de futebol, foram alguns dos alunos ilustres do endocrinologista. “Fui professor de grande parte dos médicos que atuam em Ribeirão”, destaca Lomônaco, que já se aposentou como professor associado de Clínica Médica.

Casado desde 1948, tem 4 filhos. Dois seguiram os passos do pai, sendo um oftalmologista e outro, clínico geral, ambos trabalhando em Ribeirão Preto. O mais velho é engenheiro em São Paulo e o caçula, é economista, também em São Paulo.

Amante da música erudita, Lomônaco faz questão de se manter bem informado. “Gosto muito de ler e ouvir música clássica. Só ouço música popular quando meus netos estão em casa”, sublinha. Ele tem nove netos e um deles é bolsista em uma instituição de ensino em Ohio, EUA.